Crystal Tropical
A marca atual carrega um logotipo de 1997 que não sustenta o próximo passo da Crystal Tropical: entrar no varejo de 500 ml em fevereiro de 2027. Some a isso a colisão direta com a Coca-Cola — "Crystal" é lido pelo mercado como submarca da concorrente, cujo rótulo recente adotou o mesmo grafismo de gota d'água. Esta proposta resolve os dois problemas ao mesmo tempo: constrói um sistema visual próprio, ancorado no "Tropical" e na cor laranja, ainda livre na categoria em Pernambuco.
O trabalho parte de uma imersão com due diligence de colisão nominal e visual — condição para registrar a marca sem esbarrar na Coca-Cola ou nas outras envasadoras do estado (Santa Joana, Indaiá, Nazaré). A partir daí, a identidade é desenvolvida para os dois formatos que vão conviver no mercado: o galão de 20 L, onde a Crystal Tropical já é co-líder, e a garrafinha de 500 ml, produto novo que ainda não existe fisicamente.
A entrega é o manual de marca e as aplicações prioritárias prontas para produção. É a base sobre a qual o site (Proposta 2) e a estratégia digital (Proposta 3) são construídos: sem sistema visual fechado, as duas propostas seguintes não têm o que aplicar.
O site atual da Crystal Tropical está fora do ar. Esta proposta entrega um hotsite institucional funcional, responsivo e pronto para receber tanto o público de galões — distribuidores e revenda em PE, PB e RN — quanto o público novo da linha 500 ml, que chega em fevereiro de 2027.
A arquitetura de informação separa essas duas jornadas dentro de um único domínio, evitando que um público se perca na trilha do outro. O desenvolvimento usa a identidade definida na Proposta 1 — sem ela, não há o que implementar aqui; por isso as duas propostas andam em sequência.
O conteúdo é implementado estático, sem painel de gerenciamento — atualizações pontuais são feitas pela LQDI sob demanda. Um CMS pode ser incorporado depois, como upgrade, caso a operação exija atualização de conteúdo pela própria equipe da Crystal Tropical. A operação contínua do site — hospedagem, monitoramento, backups — está fora deste escopo e é tratada na Proposta 7.
Fevereiro de 2027 é o mês do lançamento da linha 500 ml e do Carnaval — os dois eventos coincidem. Esta proposta entrega o plano de comunicação e mídia para o ano inteiro, com a curva de investimento redistribuída para aproveitar essa coincidência sem duplicar esforço.
O plano parte do diagnóstico da presença digital atual (hoje limitada a cerca de R$ 1 mil por mês em Instagram) e do mapeamento da concorrência regional. A partir daí, define públicos, mensagens e o papel de cada canal — incluindo os microinfluenciadores e atletas pernambucanos que sustentam a tese de hidratação ativa cotidiana, com a corrida de rua como plataforma de prova.
O calendário de 52 semanas amarra as datas-chave do ano — São João, Carnaval, verão e Natal — aos rótulos sazonais que uma marca local consegue produzir com agilidade. Este plano orienta a operação de mídia (Proposta 6) e a produção de conteúdo (Propostas 4 e 5) ao longo de 2027.
Definido o plano estratégico (Proposta 3), alguém precisa produzir o material todo mês. Esta proposta é o pool de horas dedicado à direção criativa e produção — banners, posts, vídeos em motion, peças de campanha e materiais institucionais, incluindo os rótulos sazonais previstos no calendário.
A franquia de 28 horas mensais cobre planejamento criativo, direção, criação social e motion. Peças que exigem produção externa, como filmagem, ficam fora da franquia e são orçadas à parte, caso a caso.
O trabalho aqui é consequência direta da Proposta 3: sem o plano, não há prioridade definida para as 28 horas mensais; e alimenta a Proposta 6, que precisa desse material pronto para rodar as campanhas de mídia.
A comunicação prevista nas Propostas 3, 4 e 6 precisa de texto — headlines, legendas, copy de campanha, roteiros de vídeo e conteúdo institucional. Esta proposta é o pool de redação que abastece esses canais com franquia de 5 horas mensais de redação humana, a R$ 200 por hora. O volume de peças além da franquia é produzido com apoio de inteligência artificial e passa por revisão editorial da equipe.
O SEO editorial entra para que o conteúdo do site (Proposta 2) seja também encontrado por busca orgânica — pesquisa de palavras-chave, intenção de busca e arquitetura das pautas. Auditoria técnica de SEO, implementação no site e link building ficam fora deste escopo.
Cada peça de mídia (Proposta 6) e produção criativa (Proposta 4) que leva texto passa por aqui antes de ir ao ar — é o elo de linguagem entre as frentes recorrentes.
O plano de mídia da Proposta 3 e as peças da Proposta 4 têm que ser veiculados e otimizados dia a dia — esta proposta é a operação: setup, gestão diária e otimização das campanhas em Meta, Google, YouTube e demais canais aprovados no planejamento.
A verba de mídia, estimada em R$ 33.000 por mês, é paga pela Crystal Tropical diretamente às plataformas — não passa pela LQDI. O fee de R$ 7.000/mês remunera a gestão — estratégia, operação, otimização e relatório — e é proporcional para investimentos de mídia de até R$ 40.000/mês.
A gestão semanal identifica o que está funcionando e realoca orçamento dentro do mês, sem esperar o fechamento mensal para corrigir uma campanha com desempenho abaixo do esperado.
O site publicado na Proposta 2 precisa de um ambiente para rodar — esta proposta cobre a infraestrutura contínua: hospedagem na Hetzner Cloud, segurança, backups e monitoramento, com suporte técnico 24/5 e meta de disponibilidade de 99,95%.
A separação entre publicação (Proposta 2) e operação contínua (Proposta 7) existe para deixar claro o que é entrega pontual e o que é serviço recorrente: o site é publicado uma vez, mas precisa de manutenção todo mês daí em diante.
| Meta — Instagram e Facebook | ~35% | |
| YouTube TrueView | ~20% | |
| Micro-influenciadores | ~20% | |
| Programática e DMPs | ~10% | |
| Ativação esportiva e eventos | ~8% | |
| Google Search | ~7% |